terça-feira, 1 de julho de 2008

Tortilha Espanhola de Bacon


  • 4 batatas pequenas cortadas em rodelas finas
  • 1 cebola cortada em meias luas finas
  • azeite q.b.
  • 1 tomate pelado em pedaços
  • 100 gramas de bacon picadinho
  • 4 ovos
  • salsa picada
  • sal e pimenta q.b.

Bata bem os ovos com sal, pimenta e salsa picada e reserve.

Aqueça o azeite numa frigideira anti-aderente e leve a refogar as batatas e as cebolas, em lume brando, até ficarem cozidas. Adicione de seguida o tomate pelado e o bacon deixando refogar mais um pouco. Se achar que ficou muito azeite na frigideira retire um bocadinho. Adicione por fim os ovos batidos e deixe coalhar bem, quando estiver quase pronto, passe uma espátula em redor e por baixo da tortilha para a soltar. Vire-a ao contrário para um prato. Deixe-a deslizar novamente para a frigideira para cozinhar do outro lado. Retire da frigideira e sirva quente.

------ ------ -----

A Tortilha Espanhola é uma espécie de omelete, no entanto muito mais rica. É muito saborosa e muito fácil de fazer. Poderão ser adicionados outros ingredientes como pimento, chouriço, cogumelos, etc. Em vez de fritar a batata por vezes faço com cubinhos de batata cozida ficando igualmente boa.

Print Friendly and PDF

sábado, 28 de junho de 2008

Queques de Banana


  • 300 gramas de puré de banana
  • 330 gramas de açúcar amarelo
  • 3 ovos
  • 80 gramas de manteiga derretida
  • 330 gramas de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
  • 1 dl de leite
  • Forminhas de bolinhos e caixinhas de papel frisado
Numa tigela, bata muito bem o puré de banana com o açúcar. Junte os ovos, um a um, batendo sempre entre cada adição, depois a manteiga e em seguida a farinha e o bicarbonato de sódio, mexa bem, e por fim adicione o leite. Coloque as caixinhas de papel frisado dentro das formas e encha-as com a massa, mas não completamente porque a massa cresce bastante. Leve a cozer em forno médio, até alourarem bem.

Receita retirada duma revista Teleculinária.

Print Friendly and PDF

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Bacalhau com Natas


  • 1/2 kg de migas de bacalhau
  • 1 kg batatas
  • 2 cebolas
  • 2 dentes de alho
  • azeite q.b.
  • 500 ml de molho béchamel
  • 200 ml de natas
  • 1 colher (sopa) mostarda
  • 2 gemas
  • 200 gramas de queijo ralado
  • sal q.b.
  • pimenta q.b
Cortam-se as batatas em cubos pequenos e cozem-se em água e sal.

Dá-se uma ligeira cozedura ao bacalhau, escorre-se, retiram-se as espinhas e reserva-se.

Refogam-se as cebolas às rodelas e os dentes de alho em azeite.

Prepara-se o molho béchamel, ao qual se adiciona a mostarda, as natas e 100 gramas de queijo ralado. Deixa-se arrefecer e junta-se 2 gemas batidas. Rectifica-se os temperos adicionando mais sal e a pimenta se necessário.

Num pirex colocam-se as batatas, por cima as migas de bacalhau, a cebolada com parte do azeite com que se refogou e o molho béchamel. Polvilha-se finalmente com o restante queijo.

Vai ao forno, em lume brando, até alourar.

Print Friendly and PDF

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Arroz de Grelos


  • 2 dentes de alho
  • 1 cebola média
  • 1 dl de azeite
  • 1 folha de louro
  • 1 molho de grelos
  • arroz
  • Água e sal q.b.
Pique os dentes de alho e a cebola e refogue-os no azeite, juntamente com o louro. Regue com água e aguarde que levante fervura.
Enquanto isso, arranje os grelos, lave-os bem e junte-os ao refogado. Tempere com sal e deixe cozer. Quando se encontrarem quase cozidos, acrescente o arroz e rectifique os temperos. Deixe cozer, em lume brando. Sirva de imediato.

Receita retirada da revista Mulher Moderna na Cozinha - Nº 10.
Print Friendly and PDF

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Iogurte de Côco



  • 1 iogurte natural
  • 800 ml de leite gordo ou meio-gordo
  • 150 ml de leite de côco
  • 100 gramas de côco ralado
  • 6 colheres de açúcar ou adoçante para culinária
Num jarro coloque o iogurte, o leite de côco, o côco e o açúcar ou adoçante e misture muito bem. Por último adicione o leite à temperatura ambiente, volte a mexer até ficar uma mistura homogénea e distribua pelos frasquinhos. Coloque-os na iogurteira durante 10 horas. Deixe arrefecer, feche os frascos e leve ao frigorífico pelo menos 4 horas antes de servir.

------ ------ ------

Esta receita foi retirada do blog La Yaourtière de Samania e já foi testada por mim diversas vezes. Para quem gosta de côco fica uma delícia :)
Print Friendly and PDF

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Bolo de Laranja com Casca e Sementes de Papoila


Para o bolo:
  • 1 laranja grande inteira
  • 4 ovos
  • 2 chávenas de farinha
  • 1 colher (chá) de fermento
  • 1 chávena e meia de açúcar
  • 1/2 chávena de óleo
  • 1/2 chávena de leite
  • 4 colheres (sopa) de sementes de papoila
Lave muito bem a laranja e corte-a em pedaços com a casca e tudo. Coloque no liquidificador a laranja, o leite, o óleo, o açúcar e as gemas. Deixe triturar completamente a laranja até obter uma mistura homogénea. Junte esta mistura num recipiente onde previamente colocou a farinha, o fermento e as sementes de papoila. Misture muito bem e por último envolva as claras em castelo. Leve ao forno a cozer em forma untada e polvilhada.


Para a calda:

  • 1 laranja inteira
  • 1 chávena de açúcar
  • 75 ml de água
  • 1 colher (sopa) de sementes de papoila

Volte a lavar muito bem mais uma laranja e corte-a em pedaços com a casca e tudo. Leve ao liquidificador com a água até estar tudo triturado. Leve ao lume com o açúcar e as sementes de papoila mexendo durante 2 minutos após levantar a fervura. Desenforme o bolo e pique-o com um palito de forma a absorver melhor a calda. Verta a calda por cima do bolo e sirva frio.

As sementes de papoila são ricas em cálcio, magnésio, potássio e fósforo.

----

Já há algum tempo que eu andava a cismar com este bolo e com o uso das sementes de papoila. A Pipoka, a Marizé e a Filipa já tinham colocado receitas com as ditas sementes e deixaram-me intrigada. A Filipa disse-me que poderia encontrá-las numa ervanária e de facto encontrei-as logo na primeira tentativa. Então juntei 2 em 1 e saiu-me este bolo. Depois entusiasmei-me um pouco mais e inventei a calda que intensificou ainda mais o sabor da laranja. Ficou aprovado!

Print Friendly and PDF

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Salada Primavera


  • 10 folhas de alface
  • 150 gramas de repolho
  • 1 cenoura raspada
  • 1 maçã
  • 2 colheres (sopa) de maionese
  • 1 colher (chá) mostarda
  • alho em pó q.b.
  • azeite q.b
  • miolo de noz q.b.
Para o molho misture a maionese com a mostarda, o alho em pó e um fio de azeite e mexa até obter uma mistura homogénea.
Misture numa saladeira a alface picada, o repolho cortado finamente, a cenoura raspada e o molho. Decore com a maçã, cortada aos gomos com a casca, e com o miolo de noz.

Print Friendly and PDF

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Alcatra Regional - Ilha Terceira

A alcatra é um prato típico e emblemático da cozinha terceirense e a prova disso é que até se criou a Confraria da Alcatra na Ilha Terceira. Esta contribui para a preservação e dignificação da Alcatra, distinguindo e divulgando os restaurantes da Terceira que a confeccionam devidamente.

Alguns dos principais requisitos para uma alcatra bem confeccionada são o alguidar de barro, a cozedura em forno de lenha e coberta com folha de inhame.

O alguidar usado é de barro local vermelho, não vidrado, alto e ligeiramente afunilado. Actualmente poderão ser encontrados, de diversos tamanhos, à venda na Olaria de São Bento, em Angra do Heroísmo. Existem algumas lojas que os vendem, mas mais caros do que na Olaria. Antes de ser usado o alguidar tem de ficar de molho, submerso em água durante uma semana, caso contrário ao ir ao forno o alguidar quebrar-se-á. Passado esse tempo escalda-se com água a ferver e está pronto a usar. Com o uso, vai escurecendo, chegando mesmo a ficar negro.

No entanto existem várias versões da alcatra. Antigamente a alcatra era popularmente feita com vinho de cheiro, um vinho tinto de má qualidade feito de uvas americanas com que se replantaram as vinhas açorianas depois duma praga no século XIX.

Na cozinha mais rica era usado o vinho verdelho, este hoje existe apenas na freguesia dos Biscoitos, podendo ser adquirido no Museu do vinho.

Actualmente na confecção da alcatra tornou-se mais comum o uso do vinho branco.

Há uma grande diversidade de receitas por toda a ilha sem apresentarem, no entanto, diferenças substanciais entre si. As ligeiras alterações no paladar residem principalmente na mão da cozinheira para com os temperos.

O sabor da alcatra melhora quando feita com antecedência e depois reaquecida, quantas mais vezes melhor. Este prato com uma cozedura que pode variar entre as 4 - 6 horas, dependendo da quantidade e qualidade de carne que se usa, é servido muito quente, de preferência ainda borbulhando, no alguidar e sem acompanhamento. O único acompanhamento é o pão ou massa sovada (pão doce) que se vai embebendo no molho.

Aqui apresento a minha receita, adaptada aos dias de hoje, que tem sido utilizada de geração em geração na minha família, oriunda da freguesia da Vila Nova.

Estas quantidades poderão ser alteradas de acordo com o tamanho do alguidar e ao gosto de cada um.

  • 2 kgs de mistura de carnes de vaca cortada em pedaços grandes (alcatra, rabadilha, cachaço, chambão com osso)
  • banha de porco para untar o alguidar
  • 2 cebolas grandes cortada em rodelas
  • 125 g de manteiga
  • 100 gramas de toucinho fumado cortado em cubinhos
  • 8 grãos de pimenta-da-jamaica
  • 1 folha de louro
  • 1 colher de massa de malagueta
  • sal grosso q.b.
  • 1 litro de vinho branco
  • água q.b.
Unta-se o alguidar com a banha e vão-se colocando camadas sucessivas de cebola às rodelas, toucinho, pedaços de carne besuntados em manteiga e os temperos, sendo a última camada de carne e adiciona-se o vinho branco até cobrir a carne. É importante que a carne tenha algum osso, isso irá melhorar substancialmente a qualidade e o sabor deste prato. Cobre-se o alguidar com papel de alumínio, sendo este furado com um garfo para o calor penetrar e não queimar. Vai ao forno cerca de 4 horas, nessa altura retira-se o papel de alumínio , verifica-se se necessita mais molho acrescenta-se, se necessário, um pouco de água a ferver, deixa-se cozer até ficar tostada por cima, devendo a carne estar a desfiar e o molho gordo e apurado. Servir de imediato.

------ ------ ------

Actualmente fazem-se vários tipos de alcatra na Ilha Terceira (como a de peixe, feijão, coelho, cabrito, etc.) mas a alcatra de carne é a única genuína e típica. Suponho que o facto de se ter constatado que tudo que é confeccionado no alguidar de alcatra ficava uma delícia que deu origem a novas versões.

Tendo em conta que este é um prato que demora muitas horas a ser cozinhado, e infelizmente nas nossas casas nem sempre temos o tempo que desejaríamos para cozinhar, para facilitar esse processo há quem junte todos os ingredientes e os leve a cozer na panela de pressão, levando depois no alguidar ao forno só a rosar.

Print Friendly and PDF

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Iogurte com Bolacha Tostada


  • 900 ml de leite de gordo (ou meio gordo)
  • 1 iogurte natural
  • 5 colheres de açúcar amarelo
  • 2 colheres de sopa de leite em pó
  • 21 bolachas tostadas
Num jarro misture bem o iogurte com o açúcar amarelo e o leite em pó. Junte de seguida o leite morninho, mexa bem e distribua o leite pelos frascos. Adicione a cada um 3 bolachas tostadas em pedacinhos. Coloque-os na iogurteira durante 8 horas. Deixe-os arrefecer, coloque as tampinhas e leve ao frigorífico até ao dia seguinte.

Print Friendly and PDF

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Iogurte - Delícia Saudável

Como já devem ter reparado eu sou viciada em iogurtes caseiros. E se antes eu já gostava ultimamente, que tenho lido mais sobre o assunto, ainda gosto mais deles. Os benefícios de se comer um iogurte são tantos que hoje decidi partilhar toda esta informação convosco :-)



Não se sabe a origem exacta do iogurte, no entanto o relato de alguns acontecimentos pelo mundo ao longo dos tempos dão pistas de que ele pode ter surgido na Antiguidade. Há no entanto diversas teorias. Uma teoria data do período neolítico, entre 5.000 a 3.500 a.C., nessa altura os pastores armazenavam o leite em recipientes de barro e ao deixá-lo exposto às altas temperaturas do deserto, fermentava e virava um tipo de iogurte. Outra teoria sobre a sua origem vem da Turquia, onde o leite era guardado em sacos feitos de pele de cabra e ao serem transportados por camelos, os sacos em contacto com o calor do corpo do animal favoreciam a produção de bactérias ácidas e transformavam o leite em iogurte. No entanto, o iogurte só começou a ser difundido pelo mundo depois que alguns estudos demonstraram que o seu consumo trazia benefícios à saúde, chegando mesmo a ser considerado um medicamento e a ser vendido apenas em farmácias.

O que é então um iogurte? O Iogurte é leite fermentado por duas bactérias específicas Streptococcus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus sob determinadas condições de tempo e de temperatura.

Os iogurtes são considerados alimentos vivos porque contêm microrganismos vivos no produto final. Essas bactérias exercem um importante efeito benéfico dentro do nosso organismo, o equilíbrio da flora intestinal. Mas, para além disso, aumenta a imunidade e é até bem aceite por crianças com intolerância à lactose.

Na sua composição, entram elementos nutricionais importantíssimos, como proteínas de alto valor biológico, ricas em aminoácidos essenciais, de qualidade equivalente às da carne, peixe e ovos. Também contém vitaminas (A e as do complexo B) e é principalmente uma fonte importante de minerais, em especial o cálcio e o fósforo. O cálcio presente no iogurte é facilmente absorvido pelo organismo e é por isso um alimento de eleição em todas as fases da vida, no desenvolvimento da estrutura óssea e na prevenção da osteoporose.

E quais as vantagens de fazer iogurtes em casa? Pois essas também são muitas. Além de ficar muito mais barato, pode fazê-los com o sabor que lhe apetecer (natural, com frutas, com polpa de frutas, geleias, compotas, bolachas, cereais, chocolates, frutos secos, etc.) e ter a certeza da qualidade dos ingredientes que o compõem. Além disso, estará também a contribuir para um ambiente saudável. Já imaginou a quantidade de embalagens de plástico usadas em iogurtes que se convertem em lixo???
Enfim, só vantagens e ainda por cima é saboroso!

E, por isto tudo, vou mesmo ter de continuar a colocar receitas de iogurtes neste blog :-)

Print Friendly and PDF

Tarte de Legumes


  • massa folhada ou quebrada (de compra)
  • legumes cozidos q.b.
  • 1 cebola grande
  • 3 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de farinha
  • 1 dl de leite
  • 2 ovos
  • 200 ml de natas
  • 1 colher (chá) de açafrão
  • sal q.b.
  • pimenta q.b.
Unte uma tarteira, com fundo amovível, com manteiga. Coloque a massa na tarteira e corte a massa excedente. Pique o fundo com um garfo.

Coza os legumes em água e sal escorra e reserve.
(Eu usei bróculos, couve de bruxelas, rodelas de cenouras, ervilhas, couve flôr e repolho. Utilize os legumes que mais gostar, mas apenas um pouquinho de cada.)

Num tacho faça um refogado com a cebola grande picadinha e a manteiga. De seguida junte a farinha, o leite e as natas mexendo sempre. Retire do lume. Junte os ovos inteiros batidos, o açafrão e tempere com sal e pimenta. Junte os legumes cozidos e misture tudo envolvendo bem. Coloque sobre a massa e leve ao forno, com a temperatura moderada, durante 20/25 minutos. Sirva morno ou frio.



Print Friendly and PDF

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Ovos Recheados


  • 6 ovos cozidos
  • 1/2 cebola
  • 1 lata de atum
  • 1 raminho de salsa
  • 2 colheres (sopa) maionese
  • sal q.b.
  • pimenta q.b.
Descasque os ovos e corte-os no sentido do comprimento. Retire as gemas e esmague-as dentro dum recipiente. Junte a cebola muito picadinha, o atum escorrido, a salsa picada e a maionese. Misture tudo muito bem até obter uma pasta e tempere com sal e pimenta. Encha as cavidades das claras com a pasta e com as mãos molde o formato de 1 ovo. Leve ao frigorífico durante algumas horas e sirva frio como entrada, petisco ou mesmo como refeição acompanhando com salada.

Print Friendly and PDF

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Frango com Laranja


  • 4 peitos de frango
  • 2 dl de vinho branco
  • sumo de 1 laranja
  • sal q.b
  • massa de malagueta (ou pimenta em alternativa) q.b.
  • 2 colheres (chá) pasta de alho
  • 4 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de mel
  • 1 laranja cortada às rodelas
Deixe o frango marinar com o vinho, o sumo da laranja, sal, massa de malagueta e pasta de alho durante 3 horas.

Passado este tempo leve o frango ao lume e dê-lhe uma ligeira cozedura com o líquido da marinada e um pouco de água.

Escorra-o e coloque-o numa frigideira com 2 colheres de manteiga e frite de ambos os lados. Retire o frango e reserve numa travessa.

Adicione mais 2 colheres de manteiga à frigideira, o mel e as rodelas de laranja e deixe cozer um bocadinho a laranja de ambos os lados. Verta o molho por cima do frango e decore com as laranjas. Acompanhe com arroz.

Print Friendly and PDF

domingo, 8 de junho de 2008

Arroz de Açafrão e Hortelã


  • 1 chávena de arroz agulha
  • azeite
  • 4 dentes de alho
  • água
  • sal q.b.
  • 1 colher (chá) de açafrão
  • 4 folhinhas de hortelã
Leve ao lume num tacho o azeite e os alhos picados durante uns 2 minutos, de seguida adicione o arroz e deixe-o fritar até começar a dourar, mexendo de vez em quando com a colher de pau. Junte-lhe o açafrão e a água a ferver (abundante) e tempere com sal. Assim que estiver al-dente junte 4 folhinhas de hortelã para aromatizar e deixe cozinhar mais um bocadinho. Depois de cozido, escorra com um passador e sirva decorado com um raminho de hortelã.

Print Friendly and PDF

sábado, 7 de junho de 2008

Iogurte de Morangos



  • 1 litro de leite de gordo (ou meio gordo)
  • 1 iogurte natural
  • 6 colheres rasas de açúcar
  • 2 colheres de sopa de leite em pó
  • 7 morangos bem madurinhos
Num jarro misture o iogurte natural com o açúcar e o leite em pó e por último junte o leite morno (cerca de 40ºC) e mexa bem.
Distribua o leite pelos frasquinhos e adicione 1 morango em pedacinhos a cada um. Coloque-os na iogurteira sem tampa durante 8-10 horas.
Passado este tempo deixe arrefecer, coloque as tampinhas nos frascos e leve ao frigorífico até ao dia seguinte.

Print Friendly and PDF

terça-feira, 3 de junho de 2008

Favas Escoadas


  • 1 kg de favas
  • água
  • sal q.b.
  • 2 cebolas
  • 4 dentes de alho
  • Azeite q.b.
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de Sopa de Cebola (knorr ou Maggi)
  • 1 cubo de caldo de galinha
  • 1 ramo de salsa picadinha
Cozem-se as favas normalmente com água e sal.

Assim que estiverem cozidas, escorrem-se e reserva-se um pouco da água que as cozeu.

Entretanto num tachinho refogam-se 2 cebolas picadinhas ou em rodelas e 4 dentes de alho picadinhos com azeite em lume brando. Assim que a cebola ficar transparente junta-se 1 colher de sopa de manteiga, 2 colheres de sopa de cebola instantânea (facultativo), massa malagueta, 1 cubo de caldo de galinha esmagado e mexe-se sempre até ficar tudo bem desfeito. Por último rectifica-se o sal e a massa malagueta, junta-se a salsa picadinha e desliga-se o lume. Adicionam-se as favas ao refogado e um pouquinho da água que as cozeu. Coloca-se a tampa no tacho e agita-se de forma a ficar tudo bem misturado. E deixa-se repousar umas horas para as favas absorverem o sabor. Serve-se frio numa travessa ou em pratinhos.

------ ------ -------

Esta é uma receita típica da Ilha Terceira. É feita no Verão pela altura das touradas. As favas devem ficar bem temperadas, pois servem de petisco.
Por cá, sempre que há uma tourada em determinada rua, os habitantes preparam-se com diversos petiscos e muita cerveja para receberem os familiares e amigos. As touradas à corda têm 4 touros, mas quando termina a tourada é quando se começa a comer a sério. Pois nessa altura juntam-se todos em redor da mesa, comem, bebem, põem a conversa em dia e é uma alegria! A este momento de convívio chamamos o 5º touro que é normalmente o mais famoso ihih

Foto de tourada à corda na minha rua.


Largada de touros na minha rua.

Print Friendly and PDF